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Igual à Aeroporto !
15/04/2013
Transduarte TV inova em sistema de monitoramento logístico
Na última semana, começou a operar o novo sistema de informações de monitoramento de cargas, exibidos na TV Transduarte. Em parceria com a Wiplay e setores de TI e comunicação, o novo formato exibe, em tempo real, o posicionamento de todas as carretas em viagem. Com esta inovação, o atendimento ao cliente ganhará mais agilidade e excelência. Outros Setores como operacional e comercial, por exemplo, terão a disposição as informações de forma mais ágil e precisa.
Fonte: Ascom - Transduarte
Happy Hour na Quinta !
12/04/2013
Ontem foi dia de Happy Hour no Prusch`s Bar. Recebi em casa vários amigos fraternos. Na primeira foto, da esquerda para a direita, Maurício Andrade, Diretor Executivo do Esporte Clube Novo Hamburgo, Dr. Jurandir Moraes,advogado, Gilvan Cabral, Gerente Geral do HSBC em Novo Hamburgo, Celso Girardi, Gerente de Contas do mesmo banco e João Amaral, Superintendente de Logística na Tranduarte. Depois, a executiva do ramo imobiliário, Dóris Koch, esposa de João Amaral, Luciana Firmino, Psicóloca e Gerente de RH na Transduarte,Dra Elisane Scavazza, advogada, esposa do Dr. Jurandir e minha esposa Rosângela. Na terceira foto, meu filho Felipe dando show, acompanhado de Gileno Silva, músico e Gerente Comercial na Transduarte.Grande noite!
Stand Up de Marco Luque !
07/04/2013
Ontem a noite , eu e a Rô estivemos no Teatro da Feevale para assistir ao excelente stand up comedy do humorista Marco Luque, apresentador do CQC da TV Bandeirantes.
Melhor momento dos últimos 15 dias. Eu estava precisando !
Fenomenologia da Inveja
05/04/2013
Não ao caso a inveja é um dos sete pecados capitais. Entretanto, fala-se pouco dela, sua presença é geralmente só comentada “por cima”. Vamos aqui olhá-la bem de perto e ver como funciona.
A inveja é a cobiça do ser assim como a ganância é a cobiça do ter. Pessoas gananciosas agarram tudo o que encontram. A cotoveladas buscam arrancar a fatia maior do bolo. São movidas por uma força cega e pouco se importam em quem pisam para conseguir o que querem. Seu desejo é obeso. A angústia que precisam aplacar internamente é muito grande, e neste vazio existencial jogam tudo quanto é possível para acalmar seu deus voraz.
Agora a inveja é diferente e menos escandalosa, porém mais perigosa. Seu alvo não é o que os outros têm, mas o que os outros são. O invejoso, que não tem personalidade própria mas vive de luz refletida, está encantado pelo outro. A pessoa que suscita sua inveja possui qualidades psicológicas que o atraem, que literalmente o fascinam. Isso poderia gerar uma relação positiva, de complementariedade, troca e amizade. Ou melhor: de mestre-discípulo, dependendo da situação. Mas o invejoso, em lugar disso, nega o fascínio que sente e busca sujar a imagem do outro.
Por que ele faz isso? Porque se sente ameaçado. Como o invejoso se coloca muito abaixo da pessoa cuja personalidade admira, ele sequer cogita ser como ela (do seu jeito). No final das contas, o invejoso tem uma autoestima baixíssima, ele mesmo se coloca fora do jogo. Eliminando a possibilidade de jogar, não lhe resta que estragar o jogo dos outros.
E aqui começa a tristeza. O invejoso não vai declarar o que sente. Inveja é um sentimento do qual se tem vergonha. E também ele não pode reconhecer os valores que vê no outro, a não ser de forma superficial e fingida, como alguém que constata que o céu é azul e que há uma árvore no parque. Ele reconhece mas sem verdadeiramente valorizar, e só quando for necessário devido a situações sociais onde negar seria admitir que se tem um problema.
Há casos em que circunstâncias infortuitas da vida tornam impossível avançar e a pessoa tem mais talentos daqueles que consegue expressar e então sente inveja dos outros. Mas no geral, o problema do invejoso contumaz é que ele simplesmente não têm condições psicológicas para alcançar outros níveis. Falta-lhe estrutura psíquica e cultural. É como uma criança da primeira série que inveja o estudante universitário. A situação é sem esperança, a menos que ele não se disponha a percorrer o árduo caminho para chegar lá. Infelizmente, esse tipo de pessoa não quer se dar ao trabalho real de chegar onde sonha. Quer ela seja preguiçosa, quer prefira manipular os outros ou enfim seja totalmente incapaz, o fato é que há uma triste e fatal discrepância entre o que ela deseja e o que ela é.
Para começar qualquer trabalho de aprendizado, desde estudar matemática a iniciar uma terapia, a pessoa precisa reconhecer que não sabe, que há algo que ela não sabe e quer ou precisa descobrir. E aí começa o rolo: o invejoso se dá o luxo de ser tão orgulhoso a ponto de não poder enfrentar suas próprias lacunas, as quais desta forma nunca poderá preencher.
Assim, preso num círculo vicioso, ao invejoso só resta solapar a pessoa que desperta sua inveja. E fará isso da forma mais sutil, exdrúxula e por baixo dos panos possível. De maneira tão escondida e camuflada como seu real sentimento é.
O meio mais usado é a difamação. O invejoso mente e torce a verdade, começando por sua própria percepção das coisas. De fato, o trabalho de difamação e solapamento do outro se instaura dentro da própria psique do invejoso, antes de alcançar o outro. Ele enxerga as coisas de forma distorcida e acredita tanto no que vê que quando comenta com os demais parece sincero, e pior, parece vítima.
O invejoso é, portanto, um fingido. Ele sufocou a tal ponto seu real sentir que está “convencido” do que fala. E precisa fazer isso, pois poucos aguentariam simplesmente reconhecer sua própria inveja e agir mal. Quem se percebe é a pessoa consciente que se trabalha. Esta não vai prejudicar a vida de ninguém, ela sofre em silêncio. Agora, o invejoso real cria uma bola de neve venenosa e apetitosa que fará rolar impiedosamente sobre o objeto de sua inveja com o intuito de eliminá-lo do território, e assim não ter que se deparar mais com a imagem projetada de sua própria incapacidade e fraqueza.
Finalizando, a inveja maléfica é o sinal de um coração obscurecido pela vontade de poder. Por isso ela está entre os sete pecados capitais.
Fonte: texto de Adriana Tanese Nogueira-http://www.psicologiadialetica.com/
Governo abre mão de R$ 35,3 bilhões com desoneração de folha mas veta o transporte de cargas
04/04/2013
A desoneração da folha de pagamento de 42 setores pelo governo federal vai demandar uma renúncia fiscal estimada em R$ 35,3 bilhões nos próximos dois anos – R$ 16 bilhões em 2013 e R$ 19,3 bilhões em 2014 –, informou nesta quarta-feira (3) o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcio Holland.
Nesta quarta, foi publicada a sanção, pela presidente Dilma Rousseff, da lei que ampliou para 42 os setores beneficiados pela desoneração da folha. Foram incluídos desta vez 25 setores, que vão responder, sozinhos, por uma renúncia de R$ 1,7 bilhão neste ano e de R$ 1,9 bilhão em 2014. A presidente vetou emendas que incluiriam pelo menos outros 15 setores à lista.
Entre os novos beneficiados estão indústria de processamento de aves, suínos e derivados, massas e pães, fármacos e medicamentos, bicicletas, papel e celulose, tintas e vernizes, brinquedos, além de serviços como manutenção e reparação de aviões e suporte técnico em informática e transporte rodoviário coletivo.
Apesar da sanção ter ocorrido agora, a desoneração para estes 25 setores está valendo desde 1º de janeiro de 2013, quando foi publicada a Medida Provisória 582, que deu origem à lei.
O benefício se dá por meio da substituição de uma contribuição de 20% sobre a folha de pagamento das empresas, feita ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pela cobrança de uma taxa que varia entre 1% e 2% do faturamento. Ao retirar tributos incidentes sobre os salários dos trabalhadores, o governo busca estimular a geração de empregos no país e melhorar a competitividade das empresas brasileiras.
etos a emendas de parlamentares
Holland afirmou durante entrevista a jornalistas que o veto da presente a emendas de parlamentares, que incluiriam à lei pelo menos outros 15 setores a serem beneficiados pela desoneração da folha de pagamento, se deveu à interpretação do governo de que essa ampliação fere a Lei de Reponsabilidade Fiscal.
Isso acontece porque a LRF exige que renúncias fiscais devem ser precedidas de estimativa do seu impacto no Orçamento e também que se especifique de que maneira ele será compensado, o que o governo não fez para os setores incluídos pelos parlamentares.
Entre os setores que seriam beneficiados via emendas estão empresas de transporte rodoviário por fretamento, de transporte ferroviário e metroviário de passageiros, empresas de prestação de serviços de infraestrutura aeroportuária, prestação de serviços hospitalares, a indústria de reciclagem, empresas jornalísticas e de radiodifusão, alguns segmentos de transporte rodoviário de cargas e empresas de engenharia e arquitetura.
O secretário disse ainda que o governo precisa estudar o impacto econômico da desoneração para saber, entre outros, se a medida vai contribuir para gerar empregos no setor beneficiado e aumentar a competitividade do produto dessas empresas com os importados.
fonte:globo.com




